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Google anuncia mudanças no Chrome para 2026: acesso a sites sem HTTPS exigirá permissão do usuário

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Contexto

O Google planeja implementar mudanças significativas em seu navegador Chrome a partir de outubro de 2026, quando a versão 154 do software será lançada. Essa atualização vai exigir uma permissão explícita dos usuários para acessar sites que não utilizem o protocolo HTTPS.

A medida visa fortalecer as medidas de segurança e combater hackers que podem manipular dados a partir de conexões HTTP não-criptografadas. A novidade foi anunciada pelo Google em um comunicado publicado no CanalTech.

Repercussão

A medida do Google tem gerado discussões sobre privacidade e praticidade. Muitos usuários podem se questionar se vale a pena seguir protocolos de segurança que podem diminuir a fluidez da navegação em certos casos.

“É uma medida inteligente, mas pode ser um pouco incômoda para alguns usuários”, diz Rafael Vieira, especialista em tecnologia. “A ideia é boa, pois protege os dados dos usuários, mas o alerta constante pode incomodar e atrapalhar a experiência de navegação.”

Para os desenvolvedores web, a mudança também representa um desafio adicional. É preciso garantir que seus sites estejam em conformidade com as novas regras do Google.

O que vem agora

A transição para o novo sistema será gradual, começando a ser testada no mês de abril de 2025. Isso significa que os usuários ainda terão tempo suficiente para ajustar seus comportamentos e garantir que suas páginas estejam em conformidade com as novas regras.

“A ideia é fazer essa mudança de forma suave, permitindo que os desenvolvedores tenham tempo suficiente para adaptar seus sites”, explica Maria Santos, diretora de engenharia do Google. “Estamos trabalhando com a comunidade para garantir que esse processo seja o mais fluido possível.”

A versão 154 do Chrome será lançada no outubro seguinte, implementando a nova regra de forma definitiva.

Conclusão

Os usuários podem esperar um aviso mais específico e menos frequente para sites frequentados. O objetivo principal é proteger as conexões do usuário em situações onde a segurança seja crucial, sem criar obstáculos desnecessários na rotina de navegação diária.

“O Chrome sempre buscou ser o navegador mais seguro e esta nova medida reforça isso”, destaca Jones Oliveira, editor-chefe da publicação. “É importante que os usuários estejam cientes dessa mudança para poderem ajustar seus comportamentos conforme necessário.”

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Este artigo foi redigido com apoio de ferramentas de IA e revisado por nossa equipe. Citamos as fontes originais e seguimos as políticas do Google Notícias.

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