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Implante cerebral ultrafino promete avanços em tratamentos neurológicos

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Um novo implante cerebral desenvolvido por instituições como a Universidade de Columbia, Stanford e a Universidade da Pensilvânia pode redefinir a interação entre cérebro e computador, oferecendo novas possibilidades terapêuticas para epilepsia, paralisia, AVC e perda de visão.
O dispositivo estabelece uma comunicação de alta velocidade com o cérebro por meio de uma conexão minimamente invasiva — e com tamanho muito menor que o de interfaces tradicionais.
Descrito na revista Nature Electronics, o sistema recebeu o nome de BISC (Biological Interface System for the Cortex). Ele utiliza um único chip de silício que se encaixa entre o crânio e o cérebro como uma fina película.
Ao contrário de implantes convencionais, que exigem caixas eletrônicas volumos

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