Juíza proíbe papo sobre “fim da humanidade” e Musk admite uso de tecnologia da OpenAI

A estratégia de Elon Musk de se pintar como o “guardião moral” da inteligência artificial sofreu um golpe nesta quinta-feira (30). Yvonne Gonzalez Rogers, juíza responsável pelo caso, barrou qualquer linha de questionamento que envolvesse o potencial da IA de destruir a civilização.
“Não vamos deixar que isso exploda para o mundo ver”, afirmou a magistrada, sugerindo que muitos podem não querer o futuro da humanidade nas mãos de Musk, conforme informou o jornal The New York Times.
O “xeque-mate” das contradições
William Savitt, advogado da OpenAI, continuou o interrogatório focando na credibilidade do bilionário. Ele exibiu um vídeo de um depoimento de Musk de setembro de 2025 que contradiz falas feitas no tribunal ontem. Enquanto no ano passado Musk disse não ter lido um documento crucial
Fontes
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