Meta Business é usado para aplicar golpes no Facebook

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Um novo tipo de golpe tem explorado ferramentas do Meta Business (antigo Facebook Business) para enviar mensagens fraudulentas altamente convincentes. Os criminosos criam páginas comerciais falsas e usam o recurso de convite comercial para enviar e-mails do domínio legítimo “facebookmail.com”, tornando-os praticamente impossíveis de serem identificados como maliciosos pelos usuários.
Em um dos casos, os golpistas enviaram mais de 40 mil e-mails de phishing para mais de cinco mil clientes no mundo (principalmente nos Estados Unidos, Europa, Canadá e Austrália, atingindo setores que dependem fortemente do Facebook para publicidade, como automotivo, educação, imobiliário, hospitalidade e financeiro). Cada e-mail continha um link malicioso disfarçado de
Uma paralisação do governo dos Estados Unidos em 1995 criou as condições que permitiram o início de um romance secreto entre o então presidente Bill Clinton e a estagiária Monica Lewinsky. O episódio só veio à tona três anos depois e se tornou um dos maiores escândalos da história da Casa Branca.
A paralisação, também conhecida como “shutdown”, acontece quando Congresso não aprova o orçamento federal, o que impede o funcionamento de parte do governo. Situações desse tipo já ocorreram outras vezes, e algumas entraram para a história pelo tempo de duração —como o atual, que se tornou o mais longo da história dos EUA e pode ser encerrado nesta quarta (12). Mas o impasse de 1995 ficou marcado por outro motivo.
Quando Clinton assumiu a Presidência, em 1993, os democratas tinham maioria na Câmar
Lewandowski: ‘Preservar PF não é só vitória do governo, mas da sociedade’
“Não cercear o trabalho da Polícia Federal não é apenas uma vitória do governo, mas de toda a sociedade brasileira.” A afirmação é do ministro Ricardo Lewandowski (Justiça), autor do projeto de lei antifacção, outrora desfigurado pelo relator do texto da Câmara, mas agora preservado em essência —e sem muito retrocesso.
Em conversa com a coluna, o ministro evitou críticas ao terceiro texto apresentado pelo relator da proposta na Câmara, o ex-secretário de Segurança de São Paulo Guilherme Derrite (PP-SP). Centrou-se no que considera o principal ganho: a preservação das prerrogativas da PF.
A área técnica da pasta, porém, por força inclusive de suas obrigações legais, debruçou-se sobre o novo texto. São ao menos dois os
Gleisi elogia recuo de Derrite no PL Antifacção
Deputado retirou trechos que limitavam a atuação da PF e que equiparavam facções criminosas a grupos terroristas
A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, comemorou na 3ª feira (11.nov.2025) o recuo do deputado federal Guilherme Derrite (PP-SP) na relatoria do projeto de lei 5.582 de 2025, conhecido como PL Antifacção. Ele desistiu de reduzir o poder da PF (Polícia Federal) e de equiparar facções criminosas a grupos terroristas.
Na 2ª feira (10.nov), a ministra criticou o texto anterior, dizendo que as modificações traziam “implicações muito sérias” para a soberania nacional. “Importante o recuo do relator deputado Guilherme Derrite no novo parecer que apresentou ao projeto de lei Antifacção Criminosa enviado pelo presidente Lu
Fontes
- https://olhardigital.com.br/2025/11/12/seguranca/meta-business-e-usado-para-aplicar-golpes-no-facebook/
- https://g1.globo.com/mundo/noticia/2025/11/12/como-um-shutdown-fez-florescer-um-romance-secreto-entre-um-presidente-dos-eua-e-estagiaria-ha-30-anos.ghtml
- https://noticias.uol.com.br/colunas/daniela-lima/2025/11/12/lewandowski-preservar-pf-nao-e-so-vitoria-do-governo-mas-da-sociedade.htm
- https://www.poder360.com.br/poder-governo/gleisi-elogia-recuo-de-derrite-no-pl-antifaccao/
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