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Meta nega uso de filmes pornográficos para treinamento de IA

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Contexto

A Meta, empresa detentora do Facebook, Instagram e WhatsApp, enfrenta um processo judicial movido por estúdios de filmes adultos acusando a companhia de pirataria. Em resposta, a empresa negou que os downloads foram feitos para treinamento de inteligência artificial (IA) e alegou que os arquivos provavelmente foram usados por funcionários ou visitantes.

A ação judicial foi movida pela Associação dos Filmes Pornográficos do Brasil (AFPBr), que pede indenização no valor de R$ 359 milhões. A Meta, por sua vez, reagiu questionando a validade das provas apresentadas pelos estúdios e solicitou o arquivamento do processo.

Repercussão

O caso chamou atenção na indústria tecnológica e no meio jurídico. De um lado, há quem defenda que a Meta deve ser responsável por qualquer material ilegal disponível em suas plataformas, independentemente de sua finalidade. Do outro, defendem que os downloads em questão eram pessoais e não vinculados ao treinamento de IA.

O que vem agora

Os próximos passos do caso são incertos. A Meta afirma que realizou auditorias internas e externas, mas sem encontrar evidências suficientes para confirmar a acusação. O processo ainda está em andamento, com audiências agendadas para discutir os próximos passos.

Além disso, a empresa enfrenta outros processos por pirataria de conteúdo não adulto, mas defende que esses downloads estão cobertos pelo conceito de ‘fair use’ e que não compartilhou o material baixado com outras pessoas ou empresas.

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