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Micróbios de 40 mil anos despertam no gelo do Alasca

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Um cheiro pungente de porão mofado e umidade antiga é o primeiro sinal de que se está adentrando um mundo preservado no tempo. É assim que cientistas descrevem a descida ao Centro de Pesquisa do Túnel do Permafrost, no Alasca central. A 106 metros de profundidade, as paredes de gelo não guardam apenas terra congelada, elas são um museu natural, onde restos de bisões e mamutes lanosos estão guardados. Mas o interesse não estava nesses grandes habitantes, mas em seus vizinhos microscópicos, adormecidos por milênios, foram “acordados” por uma equipe de pesquisadores.
Em uma operação recente, cientistas da Universidade do Colorado em Boulder entraram por pelo túnel localizado em Fox, a cerca de 25 quilômetros de Fairbanks, nos Estados Unidos. O objetivo: coletar amostras do Permafrost contendo

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