O elo entre Apollo e Artemis: como uma órbita em forma de 8 está levando a humanidade de volta à Lua

O lançamento da missão Artemis II na última quarta-feira (01) marcou um momento histórico: pela primeira vez em mais de meio século, uma nave tripulada deixou a órbita terrestre e partiu em direção à Lua. Após duas voltas em torno da Terra, o motor principal do módulo de serviço europeu realizou a manobra de injeção translunar, acelerando a espaçonave Orion até colocá-la em uma trajetória circumlunar de livre retorno. Esse tipo especial de órbita permite que a espaçonave retorne à Terra sem a necessidade de novas manobras de propulsão. Mas a opção por essa órbita não foi uma escolha aleatória e nem visa economizar propelente por conta da alta nos preços dos combustíveis. Essa trajetória é a que garante maior segurança para a tripulação e já foi amplamente utilizada durante as Missões Apoll
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