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Pesquisadores do Itaú criam método para combater golpes com deepfakes

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Pesquisadores do Itaú criam método para combater golpes com deepfakes
Por João Melo |
Uma parceria entre pesquisadores do Instituto de Ciência e Tecnologia do Itaú (ICTi) e do Massachusetts Institute of Technology Computer Science and AI Lab (MIT CSAIL) resultou na criação de um método capaz de combater golpes que usam deepfakes para burlar sistemas de reconhecimento facial.
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Para aumentar a precisão contra diferentes formas de falsificação, a tecnologia combina vários modelos de detecção que atuam simultaneamente. As soluções desenvolvidas estão reunidas em um artigo publicado no periódico científico Computers, voltado a sistemas de computação.
De acordo com Carlos E

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As vendas de carros elétricos estão crescendo rapidamente na América do Sul, mesmo sem a presença oficial da Tesla na maioria dos mercados da região. O avanço é puxado principalmente por fabricantes chineses, que ampliam sua participação com modelos mais acessíveis e estratégias de distribuição agressivas. As informações são da Reuters.
Um exemplo dessa expansão acontece no Peru. Em 2019, o empreendedor de energia renovável Luis Zwiebach precisou viajar até a Califórnia para testar um Tesla Model 3, já que a marca não contava com importadores locais. Após enfrentar dificuldades para trazer o veículo para o país, acabou comprando um modelo importado por outro proprietário. Na época, até carregar o carro era um desafio. Sem aterramento adequado na casa

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As empresas de tecnologia precisam assumir publicamente os riscos associados à inteligência artificial ou arriscam seguir o caminho de setores que ocultaram danos por décadas. O alerta é de Dario Amodei, CEO da Anthropic, startup responsável pelo chatbot Claude.
Em entrevista à CBS News, ele afirmou que sistemas de IA podem se tornar “mais inteligentes do que a maioria ou todos os humanos em quase todos os aspectos” — e que o setor precisa “dizer as coisas como elas são”.
O impacto acelerado da IA sobre empregos e segurança
– Amodei tem sido uma das vozes mais enfáticas sobre os riscos socioeconômicos da tecnologia.
– Ele estima que a IA possa eliminar, em até cinco anos, metade dos empregos administrativos de nível básico, afetando áreas como contab

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