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Quando o céu deixa de ser limite: a próxima era da humanidade

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Desde que o primeiro ser humano olhou para o céu, buscamos entender o que havia além. Usamos as estrelas para nos orientar, medir o tempo, prever as marés e escolher as melhores épocas para plantar e colher. Elas foram nosso primeiro calendário, nosso primeiro mapa e palco para nossos enredos mitológicos.
Durante séculos, o céu pareceu imutável. As constelações sempre voltavam ao mesmo lugar, e o Sol nunca falhou em nascer. Mas, na escala de tempo do Cosmos, nada é fixo. Nuvens de gás dão origem a novas estrelas, que depois colapsam, tornando-se anãs brancas, estrelas de nêutrons ou buracos negros. Um dia, nosso Sol não será o mesmo, e a Terra, mais cedo ou mais tarde, vai se tornar inadequada para a vida, ou pequena demais para as aspirações humanas.
No futuro, inevitavelmente, precisarem

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