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Seguradoras se movem para excluir IA de suas coberturas

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Grandes companhias de seguros dos Estados Unidos, como Chubb e W.R. Berkley, passaram a pedir autorização para excluir riscos ligados à IA de suas apólices. Segundo o TechCrunch, para essas empresas, a tecnologia ainda funciona como uma espécie de “caixa-preta” difícil de prever.
E o receio não é exagero. Com o uso crescente, basta um único erro para que milhares de sinistros apareçam ao mesmo tempo – um cenário que nenhuma seguradora quer ver no próprio balanço.
Por que a IA virou uma dor de cabeça para as seguradoras
Seguradoras tradicionais já vêm soando o alarme sobre a inteligência artificial. De acordo com o Financial Times, parte delas tenta se afastar da responsabilidade por danos gerados por modelos de IA, alegando que esses sistemas operam

(Toda semana, eu e Diogo Cortiz conversamos sobre como a tecnologia afeta a pecinha mais importante de todas: nós. O programa vai ao ar às terças-feiras no YouTube do UOL, no Spotify, no Deezer e no Apple Podcasts. Nesta semana, os assuntos são: Atlas x Comet; Uber faz motorista treinar IA; O segredo de Veo 3 e Sora 2; Pegadinhas de IA)
Encanadores bombadões e faxineiras sensuais estão invadindo lares -pelo menos nas telas. No novo episódio de DEU TILT, o podcast do UOL para os humanos por trás das máquinas, Diogo Cortiz e Helton Simões Gomes explicam como as pegadinhas hiperrealistas feitas com inteligência artificial viraram febre entre casais, mas já provocam efeitos concretos na vida real.
As brincadeiras simulam traições ou invasões de domicílio, mas deixaram de ser só gracinha entre

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