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Sensor ultrafino sem bateria monitora coração com energia transmitida pelo corpo

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Pesquisadores da Universidade Nacional de Seoul apresentaram em maio de 2026 um dispositivo ultrafino capaz de monitorar sinais cardíacos sem o uso de bateria. Publicado na revista Science Advances, o estudo descreve o sistema “SkinECG”, que utiliza a transferência de energia pelo próprio corpo humano para alimentar sensores aplicados diretamente na pele.
A proposta é ampliar o monitoramento contínuo da saúde sem depender de recargas ou baterias convencionais.
Para quem tem pressa:
– Pesquisadores da Seoul National University criaram o SkinECG, sensor ultrafino que monitora sinais cardíacos sem usar bateria;
– O dispositivo recebe energia de um transmissor externo por meio do próprio corpo humano e funciona como um adesivo aplicado na pele;
– Segundo estudo publicado na Science Advances, a

Milhares de poços artesianos localizados na Região Metropolitana de São Paulo podem estar sob risco de contaminação por substâncias tóxicas deixadas por antigas atividades industriais, segundo um estudo publicado recentemente na revista Environmental Earth Sciences.
A pesquisa, liderada por Daphne Silva Pino, cientista da Universidade de São Paulo (USP), identificou a sobreposição entre áreas contaminadas e poços subterrâneos, especialmente em bairros com histórico industrial, levantando preocupações sobre a qualidade da água consumida por condomínios, empresas e hospitais.
Para quem tem pressa:
– Estudo identificou risco de contaminação em milhares de poços artesianos na Grande São Paulo por substâncias tóxicas deixadas por antigas áreas industriais;
– Pesquisadores encontraram sobreposiç

Nesta semana, o governo federal lançou o Novo Desenrola Brasil, segunda edição de seu programa de renegociação de dívidas, voltado a aliviar a pressão financeira das famílias. A iniciativa prevê impactar até cerca de 20 milhões de pessoas, com a expectativa de renegociar até R$ 58 bilhões em dívidas, entre débitos antigos e novos.
O endividamento das famílias brasileiras — como financiamentos, cartões de crédito e empréstimos — segue em trajetória de alta e atingiu 80,9% em abril, o maior nível da série histórica da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).
A inadimplência (que são as dívidas em atraso) também permanece elevada, em 29,6% das famílias.
O cenário de alto endividamento contrasta com indicadores econômicos que, à primeira vista, sugerem um quadro fav

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