Simulação cerebral permite testar Alzheimer e epilepsia sem tecido real no futuro

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Pesquisadores construíram uma das simulações mais detalhadas do cérebro de um rato, utilizando um dos supercomputadores mais rápidos do mundo, o Fugaku. A iniciativa permite estudar doenças e a cognição de forma totalmente virtual, abrindo novas possibilidades para pesquisas em neurociência.
A simulação reproduz quase dez milhões de neurônios, 26 bilhões de sinapses e 86 regiões cerebrais interconectadas. Segundo o site MedicalXpress, isso possibilita investigar Alzheimer, epilepsia e outros distúrbios sem precisar de experimentos em tecido real.
Como nasceu a maior simulação cerebral de um animal
O projeto é liderado por cientistas do Instituto Allen e por Tadashi Yamazaki, Ph.D., da Universidade de Eletrocomunicações do Japão, junto com outras três
Fontes
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