Startup dos EUA reacende polêmica sobre edição genética em embriões humanos

Sete anos após o escândalo dos primeiros bebês com genes editados, uma nova startup quer retomar a polêmica. A Manhattan Genomics, sediada em Nova York, pretende usar técnicas de edição genética em embriões humanos para eliminar doenças hereditárias e “aliviar o sofrimento humano”, segundo a Wired.
No entanto, a proposta reacende discussões éticas e científicas que abalaram a comunidade global em 2018, quando o cientista chinês He Jiankui criou os primeiros bebês geneticamente modificados, fato que lhe rendeu uma pena de três anos de prisão por “práticas médicas ilegais”.
Um novo começo para a edição genética?
Fundada por Cathy Tie, CEO da Ranomics, e Eriona Hysolli, ex-diretora de ciências biológicas da Colossal Biosciences, a Manhattan Genomics quer corrigir mutações em embriões ainda na
Fontes
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