Trabalhador morre em armazém da Amazon; colegas relatam calor e negligência

Um funcionário da Amazon, de 46 anos, morreu após colapsar dentro do armazém PDX9, em Troutdale, no Oregon (EUA). O caso gerou revolta entre colegas, que afirmam ter recebido ordens para continuar trabalhando enquanto o corpo do trabalhador ainda estava no chão da unidade.
A Amazon informou que a OSHA, órgão fiscalizador de segurança no trabalho nos EUA, considerou a morte como não relacionada à atividade profissional. No entanto, testemunhas relataram condições de calor extremo no local e descreveram a postura da gerência como “insensível”.
Falta de ventilação e histórico de acidentes colocam unidade PDX9 da Amazon sob pressão
O trabalhador atuava como “tote runner“, função que exige grande esforço físico para movimentar caixas plásticas pesadas por corredores compridos. Segundo testemunh
Jeff Bezos resolveu colocar mais lenha na fogueira da corrida espacial. A Amazon anunciou nesta terça-feira (14) a compra da operadora de satélites Globalstar por US$ 11,57 bilhões, um movimento claro para tentar reduzir a distância que a separa da Starlink, de Elon Musk.
A notícia, que já circulava nos bastidores há semanas, fez as ações da Globalstar dispararem mais de 9% no pré-mercado. Em 2025, os papéis da empresa já haviam quase dobrado de valor, e neste ano acumulavam alta de 12% antes da confirmação do negócio.
Frota em crescimento
A Amazon opera hoje pouco mais de 200 satélites em órbita baixa. A meta é ambiciosa: lançar cerca de 3.200 até 2029. O prazo regulatório, porém, é mais apertado: metade dessa frota precisa estar no ar até julho deste ano. O serviço de internet via satéli
Fontes
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