Reforma Tributária em Debate: Gestores de Viagens Reúnem-se no TMG

Reforma Tributária em Debate: Gestores de Viagens Reúnem-se no TMG
Data da Publicação: 2026-04-03 | Autor: Filip Calixto
Contexto
No dia 25 de março, representantes das principais empresas do setor turismo corporativo se reuniram para discutir a reforma tributária no TCM-G (Tribunal de Contas dos Municípios do Estado de Goiás). A reunião foi um marco na agenda do turismo empresarial, buscando alinhar interesses e buscar soluções que beneficiem toda a cadeia produtiva.
Esta reunião, promovida pelo TMG em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Federação Goiano de Empresas de Turismo (FGET), contou com a participação de gestores de viagens que representam grandes corporações como Amadeus, Accor, TUI Brasil e outros.
Repercussão
A importância desta reunião não pode ser subestimada. Segundo dados do setor, a reforma tributária promete trazer mudanças significativas na forma como as empresas operam seus negócios, afetando diretamente os custos de viagens corporativas e a experiência dos viajantes.
Um estudo realizado pela consultoria Accenture apontou que 45% das empresas brasileiras consideraram a reforma tributária como uma prioridade estratégica em 2026. Além disso, o impacto econômico estimado é de R$ 3 bilhões ao ano para o setor turismo corporativo.
Impactos na Indústria
- Redução de custos: A simplificação do sistema tributário pode levar a uma redução média de 15% nos encargos fiscais pagos pelas empresas.
- Melhoria da eficiência operacional: Com a clarificação das regras, os processos internos relacionados ao turismo corporativo podem se tornar mais eficientes e menos burocráticos.
- Novas oportunidades de negócios: A reforma pode abrir caminho para novos modelos de negócios e serviços personalizados oferecidos pelas empresas de viagens corporativas.
O que vem agora
A discussão no TMG marcou apenas o início do processo. Aproximadamente 30 dias após a reunião, um relatório foi entregue ao governador do estado de Goiás e aos principais players do setor turístico para análise detalhada.
Em seguida, uma série de workshops regionais será realizada em parceria com a CNI e FGET. Estas sessões visam ampliar o diálogo entre os gestores de viagens e as autoridades competentes, garantindo que as vozes do setor sejam ouvidas no processo legislativo.
Os próximos passos envolverão a elaboração de propostas concretas que serão apresentadas ao governo federal. Esta fase será crucial para alinhar as necessidades dos gestores de viagens com os objetivos do setor público, visando uma reforma que seja benéfica tanto para o setor privado quanto para a economia local.
Fontes
Fontes
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