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Blonde
(Foto: Divulgação/Netflix)
Blonde é visto como um exemplo clássico de oportunidade perdida
Há três anos, a Netflix lançava um dos projetos mais ambiciosos de sua história: Blonde. A produção prometia ser um retrato ousado e artístico da vida de Marilyn Monroe (1926-1962), baseada no best-seller de Joyce Carol Oates. Com direção de Andrew Dominik e uma performance intensa de Ana de Armas, a expectativa era de que o longa se tornasse um marco na plataforma de streaming. Mas a recepção foi bem diferente.
O filme estreou em setembro de 2022 cercado de polêmicas. Com mais de 2h40 de duração e classificação indicativa para maiores de 18, Blonde dividiu opiniões logo de início. A narrativa optou por um tom extremamente sombrio e ficcional, explorando os traumas e sofrimentos da estrela de

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