
Médico de Gaza descreve tortura e morte em cativeiro de Israel
Cinquenta mil mortos separaram o momento em que o médico Ahmad Muhanna, diretor do Al-Awda, o único hospital e maternidade então em funcionamento no norte de Gaza, foi levado pelo Exército de Israel, em 17 de dezembro de 2023, até sua libertação, mais de um ano e dez meses depois.
Ele não viu a sua terra natal passar de 19 mil para 69 mil mortos. O que não significa que não sentiu na pele os efeitos da invasão israelense. “Fomos mantidos em espaços superlotados, privados de necessidades básicas como alimentação adequada, água limpa e atendimento médico. Muitos de nós fomos vendados por longos períodos, negaram nosso contato com as nossas famílias e fomos submetidos a pressões psicológicas e físicas”, contou ao UOL. Não teve adv
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