
Buscando ampliar sua capacidade de investimento para 2026, o São Paulo estuda com a Galápagos Capital a criação de um fundo de aproximadamente R$ 200 milhões destinado exclusivamente à contratação de jogadores. O formato ainda está em discussão e sendo desenhado, e o valor pode mudar.
A ideia é que investidores aportem recursos que serão usados, obrigatoriamente, em reforços do elenco profissional. Em contrapartida, esses cotistas seriam remunerados com base na venda futura de atletas do clube. O modelo, portanto, pressupõe que o clube gere receitas com negociações no mercado de transferências no futuro.
A Galápagos é atualmente parceira financeira do São Paulo no FIDC (Fundo de Investimento em Direito Creditório) já utilizado pelo clube e, por isso, foi procurada para estruturar também es
Fontes
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