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Uma mulher indÃgena afirma que seus três filhos foram alvos de discriminação racial por uma professora na Escola Municipal Raimundo Teodoro Botinelly Assumpção, localizada na zona norte de Manaus (AM).
Hindra Yetunã, 35, afirma que prestou queixa tanto ao municÃpio quanto à polÃcia sobre o caso.
Segundo ela, a docente se referiu aos grafismos no corpo dos jovens como “coisa de galeroso”, termo pejorativo que significa “coisa de pivete, ladrão ou arruaceiro”, além de tê-los impedidos de entrar na escola, mesmo chegando no horário. A famÃlia é da etnia mura.
“As crianças me diziam que essa professora falava que aquilo [grafismo] era ‘coisa de galeroso’, que os meninos deveriam cortar os cabelos, que não podiam entrar na escola por causa dos cabelos compridos”, diz ela à Folha.

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