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A explosão de brasileiros buscando ajuda para lidar com o vício em jogos de azar acendeu um alerta grave no país. Os números mostram a dimensão do problema: 10,9 milhões de pessoas (7,3% da população) apresentam jogo de risco ou problemático.
Entre quem apostou no último ano, esse número dispara para 38,6%. Já 1,4 milhão de brasileiros (0,8%) preenchem critérios compatíveis com um possível transtorno do jogo grave. Os dados são do 3º Levantamento Nacional de Álcool e Drogas, coletados entre 2022 e 2024 por pesquisadores da Uniad (Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas) da Unifesp.
Os homens se mostram especialmente vulneráveis: 43,7% dos apostadores homens foram classificados em perfil de risco ou problemático, contra 28,9% das mulheres.
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