
O Gre-Nal, como sempre, fez uma vítima: o técnico. Desta vez, em setembro, a cabeça que rolou foi a de Roger Machado. O Inter tinha sido campeão gaúcho após muito tempo, mas havia sido eliminado da Copa do Brasil e da Libertadores. Tinha 27 pontos em 23 jogos no Brasileirão e a torcida estava insatisfeita. Como sempre, a troca imediata deu um gás, o time venceu duas, chegou a 35 pontos. Desde o fim de outubro, porém, fez apenas 6, com uma vitória em nove jogos. Uma derrocada e tanto. E um virtual rebaixamento às portas do Beira Rio.
Não foi Roger a vítima do Gre-Nal. Foi o próprio Inter. São métodos que não têm mais sentido no futebol profissional de hoje. Mas são métodos que seguem sendo praxe em alguns clubes do futebol brasileiro. Até porque em alguns casos dá certo, como no Santos, que
Fontes
- —
Este artigo foi redigido com apoio de ferramentas de IA e revisado por nossa equipe. Citamos as fontes originais e seguimos as políticas do Google Notícias.
