
Nos arredores da Luz, da Sé, do Bom Retiro, da Liberdade e dos Campos ElÃseos, na região central de São Paulo, profissionais de saúde fazem um atendimento itinerante de moradores de rua e dependentes quÃmicos. Carla Leme, 29, é uma das médicas que caminha ao menos 8 km por dia em busca de pacientes que já a reconhecem. Nas redes sociais, ela mostra a rotina do “plantão na cracolândia” e recebe elogios.
Formada pela Univas (Universidade do Vale do SapucaÃ), em Pouso Alegre (MG), Leme se mudou para São Paulo em 2023 para atuar com a população de rua. “A gente tem a falsa ideia de que a cracolândia foi extinta, mas ela só está dispersa no centro”, diz.
A médica trabalha no programa Redenção, da Prefeitura de São Paulo, em um dos Caps (Centro de Atenção Psicossocial) da re
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