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O Ministério Público de São Paulo e o TCM-SP (Tribunal de Contas do Município de São Paulo) investigam a disponibilização pela Prefeitura de São Paulo, na rede municipal de saúde, de canabidiol comprado de uma fabricante paraguaia que não tem autorização da Anvisa. Os frascos custaram até o triplo do preço de mercado.
O que aconteceu
O medicamento da marca SoftCann é fabricado pela empresa paraguaia Healthy Grains. Ela não tem autorização sanitária para fabricação ou importação de produtos à base de cannabis no Brasil. As 24 mil unidades de frascos de canabidiol custaram R$ 43 milhões aos cofres municipais. As informações foram publicadas pela Agência Pública e pelo Estadão e confirmadas pelo UOL.
Prefeitura pediu autorização, mas Anvisa diz que só concedeu porque a gestão classificou inco

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