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“Todo mundo tinha US$ 1 milhão [R$ 5,4 milhões] no bolso para competir entregando cupom”, diz Diego Barreto, 43, CEO do iFood, lembrando o final de 2018, quando assumiu a vice-presidência de finanças do aplicativo, época em que o app era criticado por promoções agressivas, como refeições a R$ 4,99. Em sete anos, o iFood dominou a concorrência e escalou: passou de 13 milhões para 180 milhões de pedidos ao mês. Agora se depara com uma rival chinesa, a Keeta âcom US$ 1 bilhão (R$ 5,4 bilhões) no bolso.
A também chinesa 99 Food âque operou no Brasil entre 2020 e 2023 e saiu, por não conseguir competir com a exclusividade firmada pelo iFood com restaurantesâ voltou em junho, depois que o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) impôs restrições ao privilégio. Só

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