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O tema da conferência era árido, mas começou com uma declaração de amor. Era um painel que discutia polÃtica pública para o mercado das salas de cinema e outros tipos de exibidores.
“Eu amo o Eryk Rocha”, diz Cláudio Marques, diretor do Cine Glauber Rocha, no centro histórico Salvador.
Quando foi oferecido a Marques a exibição do filme do filho de Glauber, “A Queda do Céu”, foi batata. “Eu falei: âmeu Deus do céu, eu tenho que exibirâ. Imagina, lá no Cine Glauber Rocha, eu não exibir o filme do filho dele. à claro que eu vou exibir. Mas não vai ter gente”, lembra Marques, lamentando a escassez de público em determinados filmes nacionais.
Só que não dá para manter a operação de um cinema apenas com amor à sétima arte. Nesse debate, que fez parte do Fórum de Tiradentes

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