
O Facebook foi flagrado mantendo no ar comunidades dedicadas a conectar gestantes ou mães oferecendo crianças a pessoas procurando adoções por fora do sistema oficial brasileiro. As práticas são ilegais. Segundo o CNJ (Conselho Nacional de Justiça), que gerencia o Cadastro Nacional de Adoções, as condutas podem ser enquadradas em diversos aspectos do Código Penal, e resultar em penas de reclusão de dois a seis anos.
Os grupos só foram removidos após a Defensoria Pública de São Paulo exigir a retirada deles em ofício remetido no fim de julho, ao qual Radar Big Tech teve acesso. Algumas das páginas reuniram mais de 3 mil pessoas e ficaram no ar por pelo menos um ano e quatro meses. Nesses espaços, os usuários se sentiam confortáveis para conversar sobre ofertas de bebês ainda não nascidos, e
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