
Três postos de gasolina que operam sob a marca licenciada do Corinthians são de propriedade de empresários que se tornaram alvos de uma megaoperação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO).
Suposto esquema bilionário
Documentos judiciais, aos quais o UOL teve acesso, detalham a investigação de esquema criminoso bilionário com supostas ligações com o PCC (Primeiro Comando da Capital) A informação foi publicada primeiro pelo g1.
A decisão, emitida pela 2ª Vara Criminal de Catanduva, acolheu um pedido do Ministério Público para apurar o “projeto criminoso” que supera a cifra dos R$ 8,4 bilhões. A investigação aponta para a prática de múltiplos crimes, incluindo lavagem de dinheiro, fraudes tributárias e estelionato.
Dois dos postos licenciados pelo clube estão asso
Postos do Corinthians pertencem a investigados na Operação Carbono Oculto
Unidades registradas na ANP estão em nomes de empresários acusados de lavar dinheiro para o PCC
Postos oficiais do Corinthians estão registrados na ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) no nome de alvos da Operação Carbono Oculto, da PF (Polícia Federal), deflagrada em agosto. As informações são do portal g1.
Segundo o g1, os estabelecimentos pertencem a Pedro Furtado Gouveia Neto e Luiz Ernesto Monegatto, ambos investigados e apontados como integrantes do grupo empresarial chefiado por Mohamad Hussein Mourad. O esquema é suspeito de lavagem de dinheiro, fraudes tributárias e organização criminosa, com movimentações de cerca de R$ 8,4 bilhões.
Os 3 postos estão localizados na zona leste de
Fontes
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