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Uma tendência que vem ganhando espaço nas redes sociais tem preocupado especialistas em saúde.
Vídeos com a hashtag #AntiSunscreen, que já ultrapassa 6 milhões de visualizações no TikTok, e #NoSunscreen, com mais de 12 milhões, incentivam jovens (especialmente da geração Z) a trocar o protetor solar por óleos e manteigas vegetais ou até abandonar completamente o uso.
A justificativa mais comum é a busca por uma rotina “natural” de cuidados com a pele e a crença de que isso favoreceria a absorção de vitamina D.
O movimento, no entanto, pode ter consequências sérias. No Brasil, país de clima tropical marcado pela forte incidência solar em todas as estações do ano, o tema merece atenção redobrada: o câncer de pele corresponde a cerca de 30% de todos os tumores malignos diagnosticados no país.

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