
O governador Tarcísio de Freitas usou tom desrepeitoso ao comentar mortes por metanol em São Paulo, soando como Jair Bolsonaro durante a pandemia, afirma Josias de Souza no UOL News, do Canal UOL.
A fala de Tarcísio, que minimizou a crise ao dizer que só se preocuparia se refrigerantes fossem alvo de falsificação, gerou críticas por insensibilidade e por consolidar a “bolsonarização” do discurso político em meio a tragédias de saúde pública.
Há uma urucubaca no relacionamento do Tarcísio de Freitas com o microfone. No instante em que cresce o número de mortes, internações pelo consumo de drinques intoxicados com metanol, o governador achou que seria uma boa ideia fazer graça. Evidentemente, não é apropriada a observação do governador. Tem gente morrendo e ele vem, ‘Ah, no dia que começarem
A escolha de Marco Rubio como interlocutor de Trump com o Brasil mostra que ele seguirá ordens do ex-presidente americano e reforça que o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) acumulou “gols contra” nos EUA, avalia Josias de Souza no UOL News, do Canal UOL.
Rubio, senador da Flórida e hoje aliado próximo de Trump, já fez declarações ácidas sobre Lula e poderia priorizar interesses americanos nas negociações. No entanto, deve obedecer às ordens do presidente.
O conceito de gol do Eduardo Bolsonaro foi desvirtuado. O Eduardo Bolsonaro já fez inúmeros gols nos Estados Unidos. O problema é que todos foram gols contra. É óbvio que para o interesse do governo brasileiro teria sido mais adequado se o Donald Trump tivesse escolhido um dos seus auxiliares menos ideológicos, mais sóbrios, mais téc
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