
Com a arbitragem brasileira na berlinda após um fim de semana lotado de decisões polêmicas, o UOL publica relatos sobre a vida quase profissional dos árbitros no Brasil.
Uma dos personagens é Edina Alves Batista, principal mulher no quadro de arbitragem da CBF hoje em dia.
‘Nos crucificam por um lance’
O fator psicológico é preponderante para a sobrevivência de um árbitro. Se hoje Ramon Abatti Abel e Lucas Casagrande estão na berlinda, em outro momento cada um deles tem um momento de crise para chamar de seu.
Edina Alves Batista ainda carrega a responsabilidade de representar as mulheres em um ambiente majoritariamente masculino.
Ela tem uma Copa do Mundo feminina no currículo e consegue se dedicar à atividade, ainda que não formalmente como profissional. A Federação Paulista ajuda bastant
Fontes
- —
Este artigo foi redigido com apoio de ferramentas de IA e revisado por nossa equipe. Citamos as fontes originais e seguimos as políticas do Google Notícias.
