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Itamar Vieira Junior costuma se afastar da ideia de que “Torto Arado” já seja um livro clássico, mesmo diante do sucesso de público e da trajetória de prêmios que acumulou desde seu lançamento âvenceu o Jabuti e foi finalista do Booker Prize, por exemplo. O escritor rejeita rótulos e pensa sua obra como parte de uma tradição viva e em diálogo com as lutas do povo brasileiro. “à um livro que ainda é uma criança, tem seis anos de publicação”, diz.
Agora ele encerra a trilogia que iniciou com “Torto Arado”, em 2019, e se desdobrou em “Salvar o Fogo”, de 2022, com “Coração sem Medo”. A obra, que chega à s livrarias na semana que vem, desloca a série do sertão baiano para a capital Salvador e conta a história da protagonista Rita Preta. Vieira Junior diz não ter expectativas

Quem ligasse o rádio em 1995 tinha grandes chances de ouvir o rock escrachado dos Mamonas Assassinas, o sertanejo açucarado de Zezé Di Camargo e Luciano e o pagode dilacerante do Só pra Contrariar. Fernanda Abreu, porém, estava olhando para outra direção naquele ano.
A artista decidiu unir o funk que despontava das favelas cariocas com o samba que já havia conquistado prestÃgio internacional para conceber um disco com a cara do Brasil. Não à toa, batizou o projeto de “Da Lata” âmaterial que evoca de uma só vez a inventividade do batuque e a precariedade da nossa condição de paÃs emergente.
“A lata faz alusão justamente a esse jeito ‘se vira nos 30’ do povo brasileiro. à aà que reside a nossa liberdade e a nossa criatividade.” A ideia, porém, não foi bem recebida pelo preside

por Rafael Porcari*
Tudo é relativo no futebol (e no Brasil em geral), em meio, contraditoriamente, ao que é absoluto. Esse pensamento reflete sobre a seguinte pergunta: afinal, os árbitros de futebol são profissionais hoje? Depende. E depende do dinheiro, das obrigações diversas, dos direitos e dos deveres. Vamos lá!
Um árbitro da Série B do Campeonato Paulista (a 5ª divisão estadual), ganha menos de R$ 1 mil, bancando vários de seus custos. Apita uma ou duas vezes por mês, e depois que o campeonato acaba, vai buscar “trocados” nos Sub-20, Sub-17? até Sub-13. Se bobear, suas entradas empatam com suas saídas, pois tudo é por conta dele, treino, material esportivo, suplementos, remédios, plano de saúde, etc.
Logicamente, não se vive de “campeonato estadual” nas divisões inferiores. Mas e os

Em passagem distraÃda pela internet, esbarrei num verbete a meu próprio respeito produzido pela inteligência artificial. O texto me classificou como autor de biografias. Até aÃ, tudo bem. Só que das biografias de Carmen Miranda, Garrincha e Nelson Cavaquinho. Ao me ver atribuÃda a biografia do maravilhoso sambista, autor de “A Flor e o Espinho”, enrubesci. Não tenho essa honra, e não por falta de admiração por Nelson. Não apenas o conheci como, na flor dos 19 anos, bebi com ele algumas vezes num botequim da Lapa âele, cachaça; eu, Crush. Mas a vida tem seus desÃgnios e acabei mesmo como biógrafo de Nelson Rodrigues, não Cavaquinho.
Tal besteirol não é privilégio da IA. Em 1992, quando saiu meu livro “O Anjo Pornográfico”, um repórter de TV, ao me entrevistar, perguntou: “E

Principal destaque do museu da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, a locomotiva 12 é, sem exagero, uma sobrevivente dos percalços enfrentados na construção e operação da ferrovia entre o final do século 19 e as primeiras décadas do século passado.
Fabricada pela norte-americana Baldwin, a locomotiva a vapor âmariaâfumaçaâ foi a primeira a ser comprada para a Madeira-Mamoré, em 1878, mas não foi usada para sua finalidade até 1912, quando a ferrovia foi inaugurada.
Isso ocorreu porque a construção das linhas férreas foi interrompida no ano seguinte à sua aquisição, e a locomotiva ficou abandonada.
Nesse perÃodo, pode-se dizer que aconteceu quase tudo com a locomotiva 12 em Porto Velho. Quase tudo mesmo: além de ter sido saqueada, virou por um tempo forno de padaria, depois f

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