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“Suzanne e eu estávamos juntas há 9 anos quando, em 2014, veio a vontade de vivermos a maternidade — ambas aos 34. Entre esse desejo e a gravidez, foram 2 anos de clínicas, hormônios, contratos e palavras que pesavam mais do que pareciam.
Eu nunca esqueço da primeira vez que li “três tentativas” no contrato. Aquilo soava como um aviso: “você provavelmente não vai engravidar da primeira vez”.
Foram cinco procedimentos ao todo: duas inseminações e três FIVs (Fertilização In Vitro) em mim. Em cada um deles, a gente mudava algo. No começo, escolhemos um doador brasileiro, porque aqui a doação é voluntária e sem remuneração.
Só que a lista era uma planilha fria, com quinze nomes e poucas informações: cor dos olhos, tipo sanguíneo, profissão e hobby. Foi desafiador sentir conexão com os doadores

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