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Entre os muitos mitos que ainda cercam a sexualidade feminina, um dos mais persistentes é o de que fazer muito sexo pode alargar a vagina. A ideia, que atravessa gerações e ainda aparece em comentários e produtos que prometem “rejuvenescer” a região íntima, não tem fundamento científico.
A vagina é um órgão elástico e altamente adaptável, projetado para expandir e retornar ao seu formato original. Durante o sexo, essa elasticidade é naturalmente estimulada — e, ao contrário do que se pensa, a atividade sexual regular tende a fortalecer a musculatura vaginal, especialmente quando há consciência corporal e contração ativa dos músculos do assoalho pélvico.
A crença de que a vagina “afrouxa” com o tempo ou com a frequência sexual tem origem em períodos históricos marcados pelo controle da sexu

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