
Para um ateu como eu, ler Jon Fosse soa como uma oração
É a minha última coluna aproveitando o Nobel deste ano, prometo. Mas não poderia perder a chance de voltar a um dos autores que mais tem me encantado nos últimos dois anos. Falo do norueguês Jon Fosse, reconhecido pela Academia Sueca em 2023.
Corri para ler Fosse assim que o Nobel lhe foi concedido. Comecei por “É a Ales” (Companhia das Letras, tradução de Guilherme da Silva Braga) e “Brancura” (Fósforo, tradução de Leonardo Pinto Silva), lançados no Brasil próximos ao anúncio do prêmio. Desde então, sempre volto ao norueguês.
Retorno principalmente pelas profundas marcas deixadas pelas leituras de seus romances brevíssimos. Os cenários instigantes, os deslocamentos temporais, a pegada fantástica, as camadas subterrâneas de suas trama
Fontes
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