
A proporção de mortes causadas pelo calor extremo na América Latina deve mais que dobrar e passará de 0,87% para 2,06% do total entre 2045 e 2054. A conclusão é de um estudo que integra o projeto Mudanças Climáticas e Saúde Urbana na América Latina (Salurbal-Clima). Os resultados foram publicados na revista Environment International.
Com a mudança no clima, as ondas de frio mais intensas vão diminuir em alguns paÃses nas próximas décadas, e a tendência é que os óbitos por este motivo também caiam.
O trabalho reúne pesquisadores de instituições de nove paÃses latino-americanos com a participação da USP (Universidade de São Paulo) e da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) e dos Estados Unidos.
Eles analisaram dados de mortalidade e projeções climáticas em 32
João Vermelho é um velho conhecido dos grandes fazendeiros e pequenos pecuaristas da Amazônia Legal. Ao mesmo tempo em que é um amigo que limpa seus pastos, também é um inimigo que destrói suas terras e florestas, ameaçando o futuro de seus negócios e o da maior floresta tropical do planeta.
“João Vermelho” é como é conhecido no jargão local. Fora dele, é chamado de “fogo”.
A prática está tão enraizada no modelo econômico da agropecuária na região que para muitos é difícil desistir, como constatou a AFP ao visitar o município paraense de São Félix do Xingu, terra de boiadeiros no norte do país.
Em 2024, as chamas queimaram quase 18 milhões de hectares da Amazônia Legal, alimentadas por uma seca sem precedentes ligada à mudança climática. Isso fez com que o desmatamento, que o governo Lula
Fontes
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