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Um histórico recente de reconstrução que culminou em receitas bilionárias e o predomínio nas principais competições nacionais e continentais. Flamengo e Palmeiras — adversários de domingo em duelo decisivo do Campeonato Brasileiro — podem até ter construído trajetórias parecidas em alguns pontos, mas que foram moldadas por estratégias políticas diferentes e com as peculiaridades de cada clube.
No Fla, chapa revolucionária se diluiu
A figura que hoje quiser controlar politicamente o Flamengo — ou pelo menos ser o testa de ferro de um grupo específico — não pode virar as costas para o discurso e o modo de agir que catapultou o clube a partir da eleição de 2012.
O Flamengo se organizou financeiramente, passou a contar com executivos de mercado em áreas chave do clube e canalizou a força da to

João Fonseca tem feitos gloriosamente precoces. Com 18 anos, derrotou um top 10, entrou no top 100 e conquistou um título de ATP. Agora, com 19, tornou-se o sétimo tenista mais jovem a vencer jogos como estreante nos quatro slams. Está no top 50 e vai terminar 2025 como o adolescente de melhor ranking no mundo.
Não dá para querer muito mais, certo? Errado. Pelo menos nas redes sociais. A precocidade do carioca faz as pessoas esperarem muito mais. Querem mais vitórias, mais títulos, ranking melhor. E mais participações em torneios, já que o calendário de João é um dos alvos preferidos de quem critica o tenista. Já se fala por aí em “Fonseca superestimado”, o que beira a insanidade.
É uma espécie de paradoxo em que a precocidade joga contra João Fonseca. A turma dos empolgados – aquela gente

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