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A nova geração de um medicamento potente contra o câncer pode revolucionar a forma de tratar pessoas com tumor de mama do tipo HER-2 positivo em estágio inicial. Com um efeito mais eficaz, próximo à cura, e menos tóxico para o organismo, a tendência é que os ADCs (sigla em inglês para anticorpos conjugados à droga) possam, um dia, substituir a quimioterapia.
O que aconteceu
O potencial dessas medicações foi apresentado ontem em dois estudos de fase 3 no congresso ESMO 2025, da Sociedade Europeia de Oncologia Médica, em Berlim. Reservados para o simpósio presidencial, que destaca estudos inovadores e significativos que podem mudar a prática clínica, a expectativa fez o público começar a encher a sala meia hora antes da exposição.
O primeiro estudo apresentado foi o DESTINY-Breast11, que com

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