Notícia

Por Publicado Atualizado

Um vozeirão preenche o Teatro Nair Bello, no centro de São Paulo. “V-8! Imagine-se deslizando nesta máquina robusta, cada arrancada é um espetáculo de potência.” Conforme o anúncio toca num rádio de madeira, a bela LÃdia, vivida por Eugênia Granha, desce as escadas do cenário âroupão branco, acetinado, pernas à mostra. No centro do palco, Olegário, papel de André Garolli, encapotado numa cadeira de rodas, se contorce de ciúmes num sussurrado “V-8, V-8⦔
Pouco antes, o fofoqueiro Joel, fizera a revelação. “Todo mundo chamava dona LÃdia assim no Grajaú”, diz o personagem de Mauricio Bittencourt, acentuando, pelo sotaque carioca, certo desprezo pelo bairro na zona norte do Rio de Janeiro onde a moça vivia antes de se casar com o sujeito mais velho. “Era muito namoradeira.”

Fontes

Fontes:

Este artigo foi redigido com apoio de ferramentas de IA e revisado por nossa equipe. Citamos as fontes originais e seguimos as políticas do Google Notícias.

Encontrou algo a corrigir? Avise a redação.