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A nomeação de Maria Grazia Chiuri para o comando da Fendi esta semana não muda muito o panorama geral: as mulheres continuam sendo marginalizadas nos cargos criativos das grandes marcas, apesar de seu papel histórico na indústria da moda.
Durante as recentes Semanas de Moda, em setembro e outubro, uma dúzia de estilistas estrearam à frente de marcas renomadas. Em Paris, Chanel, Dior, Balenciaga, Loewe e Jean Paul Gaultier apresentaram as primeiras coleções de seus novos diretores artísticos. Em Milão, o mesmo aconteceu com Gucci, Versace e Bottega Veneta.
Em apenas um caso, a nova diretora foi uma mulher: a estilista britânica Louise Trotter, da Bottega Veneta.
Seu antecessor, Matthieu Blazy, agora diretor artístico da Chanel, e Jonathan Anderson, da Dior, substituíram as estilistas Virgin

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