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Em outubro, os sistemas de abastecimento da Grande São Paulo operam com os menores níveis de água em uma década. A falta de chuvas levou as autoridades adotarem protocolos para evitar a interrupção do fornecimento. Entenda como está sendo feito o manejo e o que dizem os especialistas.
O que aconteceu
O principal sistema, o Cantareira, operava com 25,2% da capacidade em 17 de outubro. Ele abastece cerca de 9 milhões de pessoas. Já o Sistema Integrado Metropolitano —que reúne sete mananciais e atende municípios da região metropolitana— registrava 29% no mesmo período. Em setembro, a SP Águas (Agência de Águas do Estado de São Paulo) havia indicado a escassez hídrica nas bacias do Alto Tietê e do Rio Piracicaba, ambas estratégicas para o abastecimento.
Em 1º de outubro, o Sistema Cantareira e

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