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Banco Master: dois presos em operação da Polícia Federal são soltos

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Dois presos pela Polícia Federal na operação que investiga um esquema fraudulento no Banco Master foram soltos na noite de quinta-feira (20) e deixaram a sede da Superintendência da corporação em São Paulo.
Com validade de três dias, o pedido de prisão deles era temporário e não foi renovado. A informação foi confirmada pela defesa de ambos. Os dois que foram liberados são:
– André Felipe de Oliveira Seixas Maia, diretor de uma empresa suspeita de envolvimento no esquema;
– Henrique Souza Silva Peretto, sócio de empresa investigada por ligação com o esquema.
Eles deixaram a Superintendência segurando travesseiros nas mãos e tentando cobrir os rostos.
Os outros cinco presos na operação, batizada de Compliance Zero, são executivos do banco e continuam na Superintendência da PF porque o pedid

Os empresários André Felipe de Oliveira Seixas Maia e Henrique Souza e Silva Peretto foram soltos na manhã de hoje. Eles foram temporariamente detidos durante a operação Compliance Zero, que mirou executivos ligados ao banco Master. Informação é da GloboNews.
O que aconteceu
Os dois estavam detidos na carceragem da Superintendência da Polícia Federal em São Paulo. A prisão de Henrique e André Felipe era temporária, com validade de três dias.
André é diretor de uma empresa suspeita de envolvimento no esquema e Henrique sócio de empresa investigada. Segundo a investigação, o banco comprou e revendeu ao BRB R$ 12,2 bilhões em direitos de recebimento de dívidas da Tirreno, empresa criada em novembro do ano passado e dirigida por André Felipe de Oliveira Seixas Maia, um ex-funcionário do Master

A Conmebol emitiu nesta semana um alerta aos torcedores que desejam comprar pacotes de viagem e ingressos para a final da Libertadores entre Palmeiras e Flamengo, que acontecerá em Lima, no Peru.
O que aconteceu
O comunicado citou especificamente a agência Outsider Tours, informando que a entidade desconhece a origem e a validade dos ingressos comercializados pela empresa. A trajetória recente da companhia é marcada por colapsos logísticos, inquéritos policiais por estelionato e dívidas milionárias com parceiros comerciais.
Em contato com o UOL, Fernando Sampaio, sócio da Outsider, se defendeu de todas as acusações e minimizou o alerta emitido pela Conmebol.
Venda de pacotes para Lima gera alerta institucional
A empresa comercializa pacotes para a decisão em Lima mesmo acumulando mais de 5

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