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Bráulio Borges

Por Publicado Atualizado

Na minha coluna da semana passada, apontei que, para além da forte expansão dos gastos do governo federal e dos governos regionais em 2022-24, outros fatores também explicam por que a Selic teve de chegar a 15% ao ano (um juro real ex-ante de pouco mais de 10%) para que o Banco Central assegurasse a convergência da inflação para a meta no horizonte relevante (cerca de dois anos à frente).
Um desse motivos foi o aumento da concorrência no mercado de crédito desde 2018/19, refletindo a expansão das fintechs e alguns aprimoramentos institucionais, como a reforma do cadastro positivo, em 2019. Embora em termos estruturais seja algo bem-vindo, em termos conjunturais isso atrapalha o BC.
A forte expansão da emissão de tÃtulos incentivados nos últimos anos, como LCIs e LCAs, também t

Noticia-se o mal-estar da geração Z com o emprego tradicional em corporações. Mais uma evidência dessa situação, segundo reportagem desta Folha, é a viralização de uma newsletter publicada no Substack por Alex McCann, escritor britânico e pesquisador do futuro do trabalho, transformado em porta-voz da massa insatisfeita.
McCann, 24, considera que o emprego corporativo envolve os trabalhadores em “não problemas” que geram reações em cadeia sem efeito prático e racionalidade.
Bem, a imposição de rotinas burocráticas ineficazes em companhias é fato conhecido. Por inércia, repetem-se procedimentos inúteis que encenam empenho e zelo pela busca de resultados, mas são rituais fechados em si mesmos. Poderiam perfeitamente ser abolidos. Mas será só isso?
A percepção de per

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