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Descobrimos porque os computadores ainda não conseguem desenvolver um pneu sozinhos

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Descobrimos porque os computadores ainda não conseguem desenvolver um pneu sozinhos
Modelagem virtual até ajuda a definir os compostos, mas o desenvolvimento de um pneu ainda depende da figura do piloto de testes
Sistemas computacionais complexos ajudam – e muito – do desenvolvimento de todos os componentes de um automóvel. No entanto, aquele que talvez seja o mais complexo deles, o pneu, ainda depende muito do fator humano para ser concebido. O humano em questão, é o piloto de testes, quem tem a missão de pôr à prova e analisar o comportamento de cada pneu de formas que nenhuma máquina ou sensor consegue fazer.
É um dia de sol no Circuito Panamericano, complexo de testes da Pirelli localizado em Elias Fausto (SP). Precisei chegar bem cedo, pois teria pela frente um dia na função de piloto

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