Notícia

Hélio Schwartsman

Por Publicado Atualizado

Não costumo perder oportunidades de criticar Trump, então, hoje, para variar, vou elogiar seu plano de paz para o Oriente Médio. A proposta tem inúmeros problemas, mas oferece uma chance palpável de interromper a carnificina em Gaza. Não desperdiçá-la é um imperativo moral.
Passemos agora à s dificuldades. A primeira é o Hamas. O grupo terrorista ainda não respondeu se aceitará o plano, mas há indicações de que o fará. Pelo projetado, a organização teria de depor armas, libertar todos os reféns e renunciar a qualquer papel num futuro governo palestino, que seria formado por tecnocratas, com apoio de paÃses árabes e supervisão de personalidades internacionais, incluindo o próprio Trump e o ex-premiê britânico Tony Blair.
Em contrapartida, os militantes do Hamas seria

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