Jerson Kelman

As investigações envolvendo o Banco Master e a gestora Reag Investimentos trouxeram à tona uma trama que envolve a sobrevalorização de ativos ambientais em terras públicas, como bem explicado na reportagem “Empresas na teia do Master usam terras da União para fabricar R$ 45 bi em créditos de carbono”, publicada nesta Folha em 16/1.
Um erro comum de interpretação âpor vezes explorado de má-féâ é confundir o estoque de carbono (o que já está na árvore) com créditos de carbono. Porém, no mercado internacional e brasileiro (Redd+), o crédito só é gerado pela adicionalidade: é preciso provar que aquela floresta seria desmatada e que o projeto a salvou, ou que uma nova floresta está sendo plantada.
Os chamados “Greener Preservation Tokens”, emitidos por empresas ligadas ao
Fontes
- —
Este artigo foi redigido com apoio de ferramentas de IA e revisado por nossa equipe. Citamos as fontes originais e seguimos as políticas do Google Notícias.
