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Juca Kfouri

Por Publicado Atualizado

Arbitragem prejudica o Fluminense, Mirassol vence e volta ao G4
O Mirassol jogava em casa, onde estava invicto, e melhor que o Fluminense quando, aos 31 minutos, Canobbio roubou limpamente a bola de Danielzinho que caiu ao pisar na bola, o uruguaio avançou feito raio, passou a Martinelli, dele para Keno e de Keno para Lucho Acosta cavar sobre Walter e fazer um golaço.
O assoprador de apito, da FIFA, viu tudo de perto e até mandou Canobbio seguir com o lance, mas o VAR chamou porque adora se meter, e o assoprador, sem personalidade, anulou o gol.
Em seguida, aos 35, Guilherme fez 1 a 0 para o Mirassol.
O primeiro tempo terminou sem maiores emoções, como se os anfitriões estivessem agradecidos à arbitragem e os cariocas, compreensivelmente chocados com mais um crime lesa-futebol.
Como se fer

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Foi um gol legal de Acosta, abrindo o placar para o Fluminense na visita ao Mirassol, mas Rodrigo José Pereira de Lima, de Pernambuco, que nada viu de irregular no lance, que viu de perto, cedeu aos “encantos” do VAR.
Na arbitragem de vídeo, Caio Max Augusto Vieira, de Goiás, convidou o apitador para a cabine de vídeo onde foi convencido a marcar uma infração inexistente. Danielzinho se desequilibrou e Canobbio ficou com a bola.
Na sequência sairia o gol tricolor. Seria um erro caso o árbitro de campo assinalasse falta na hora, mas ao menos aceitável, como interpretação. Contudo, o que se passou foi, de novo, um terrível mal que atinge o futebol brasileiro.
Esse processe de convencimento do VAR é maléfico e contamina as partidas. A centenas de quilômetros de di

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