Notícia

Luciana Coelho

Por Publicado Atualizado

A torrente de lançamentos pela ocasião dos 30 anos da morte de Ayrton Senna, ano passado, não foi suficiente para o cineasta João Wainer. Pois ele achou um ponto de vista diferente para trazer ao público uma versão menos chapa-branca do piloto de Fórmula 1, restabelecendo uma voz apagada das versões oficiais, a de Adriane Galisteu.
“Meu Ayrton – Por Adriane Galisteu” não só devolve à apresentadora seu lugar na história como humaniza o esportista de uma forma que, embora não traga nada remotamente negativo, está longe das hagiografias à s quais o público foi habituado.
à impressionante que tenha levado 30 anos para alguém conseguir fazer isso. Há tempos Galisteu decolou em carreira própria, de forma que não dá para falar dela como alguém ostracizada. A ex-modelo é uma c

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