Michael Viriato

Sêneca escreveu: “Não é o homem que tem pouco, mas o que deseja mais que é pobre”. A frase, dita há quase 2.000 anos, poderia abrir qualquer manual moderno de finanças comportamentais. No fundo, o dilema humano pouco mudou: a dificuldade não está em ganhar, mas em lidar com o que se tem e com o que se deseja.
Ontem eram sacas de trigo armazenadas em celeiros; hoje são planilhas, aplicativos e fundos. Mudaram as ferramentas, mas os hábitos e os tropeços continuam parecidos. A história financeira da humanidade parece um disco arranhado: as mesmas recomendações atravessam os séculos e, ainda assim, insistimos nas mesmas armadilhas.
A BÃblia, um dos textos mais antigos e influentes do mundo, fala de dinheiro sem tecnicismos, mas com clareza de princÃpios. Em vez de jargões, ofe
Fontes
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