Paulo Vieira

Num desses cortes de vÃdeos que existem aos milhares no Instagram, dei estes dias com o treinador Ademir Paulino, da assessoria de corrida que leva seu nome, a discorrer sobre a importância do sono.
Ademir, de quem a coluna já falou também aqui, ao assumir posição na marca esportiva africana Enda, chegou a usar a expressão “doping do sono” para aludir à vantagem que um atleta teria sobre a concorrência ao simplesmente observar uma rotina estrita e judiciosa de descanso noturno.
Não pude deixar de pensar no hoje pouco lembrado Nuno Cobra, o educador fÃsico de, entre outros, Ayrton Senna, o homem responsável por tornar o “coraçãozinho pequeno” do santificado piloto num “[sistema] cardiovascular abundante”. As aspas são do próprio Nuno, ditas a este repórter em 2017.
Em seu best
Quem chega a Recife costuma estranhar. O lugar é quente. Os tubarões pavimentam a praia de Boa Viagem. Mas o estranhamento geralmente vem da forma como as pessoas falam do próprio lugar. Pernambuco costuma aparecer nas frases como uma referência, uma medida de valor e a origem de quase tudo o que importa. Em muitos momentos, dá a sensação de que o universo, de fato, gira em torno dali.
E, olha… Convenhamos que essa impressão não nasce do acaso. Pernambuco construiu, ao longo do tempo, uma ideia muito particular de si. Um estado que se pensa grande, que aprendeu cedo a contar sua própria história e a repeti-la até que ela virasse parte do cotidiano. Uma história de um povo que encontrou na própria história a força para ir além.
Também existe lá uma memória polÃtica for
Fontes
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