Ronaldo Lemos

O jornal WSJ relatou há pouco a crise de Hollywood, umas das indústrias até então mais pujantes do planeta. A ocupação dos estúdios de gravação ficava estável em 95% nas últimas décadas. Nos últimos meses caiu para 62%. O mesmo vale para a procura por figurinistas, animadores, cenaristas, câmeras etc.
Profissionais de Los Angeles que trabalhavam sem parar agora esperam meses por outra oportunidade. Vários já consideram empregos em supermercados ou como motoristas.
As razões são várias. Uma é que Hollywood passou a priorizar poucas produções caras (blockbusters) em detrimento de um fluxo constante. Outra é a concorrência com o Netflix, que internacionalizou sua produção.
Mas o fator determinante que pode transformar Los Angeles em “Los Fantasmas” é a inteligência
Fontes
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